Como conciliar ano letivo e viagem com crianças

Como conciliar ano letivo e viagem com crianças

09 out 16
Como conciliar ano letivo e viagem com crianças

Viagens na baixa temporada. O sonho de 10 entre 10 famílias viajantes. Elas são irresistíveis pela economia que proporcionam para quem faz viagem com crianças. Isso até que os pequenos viajantes não queiram mais se ausentar durante o período escolar.

Não queiram? Como assim? No retorno de uma viagem de 3 semanas pela Europa em outubro, nossa filha de 7 anos (na época) recebeu dezenas de folhas para serem copiadas e tarefas para serem devolvidas na escola.

Nesse dia ouvi uma afirmação que ainda ecoa: “toda vez que a gente viajar durante as aulas eu vou ter que fazer tuuuudo isso?”  Foi como um balde de água fria na minha ecdemomania. A reclamação foi diária enquanto a matéria atrasada não foi recuperada. Ela se sentiu penalizada por ter viajado.

Todas as vezes que uma viagem aparece, ela dispara a mesma pergunta: “Eu vou ter que estudar todo o conteúdo que perdi quando voltar?”  Vai sim! Então, respeitando nossa filha como aluna, estamos promovendo somente viagens de finais de semana e feriados prolongados, evitando que percam mais do que 2 ou 3 dias de aula.


O outro lado do cabo de guerra

Viajar promove ganhos que vão além da economia? Sim, e todas nós sabemos bem quais são. Sair de férias enriquece a vida familiar das mais diversas formas. Já escrevi dois artigos sobre isso.

Defendo a ideia com unhas, dentes e cartão de crédito. Mas, do outro lado do cabo de guerra, há muito que se levar em consideração.

Como a criança se sente sobre as obrigações de recuperação? Qual a política da escola para recuperar a matéria? Como a direção lida com faltas prolongadas sem motivo justificado? Como são aplicadas as provas perdidas? Todas juntas ou em dias separados? Como é a relação da família com a coordenação? A escola está disposta a comprar essa ideia? A ausência vai prejudicar o rendimento do aluno? Vale a pena perder as vivências e trocas de ideias que são impossíveis de serem repostas?

Importante lembrar que tudo o que fazemos é “comunicação”. Que mensagem os pais passam para os filhos quando não consideram as faltas como algo grave? Se pode faltar para viajar, em quais outras situações isso também pode acontecer? Devemos sacrificar o dever pelo lazer?


Adorei fevereiro

Apesar daquele pequeno “trauma”, tivemos duas experiências positivas com faltas no Fundamental 1.  Na volta de Buenos Aires e no início deste ano no retorno da troca de casa com o Idaho, as crianças perderam a primeira semana de aula (aqui iniciamos no primeiro dia útil de fevereiro). Nos dois casos, nós entregamos todo material solicitado com antecedência na secretaria e conversamos em detalhes com a coordenação antes de viajar.

O resultado? Quando chegamos o conteúdo a ser recuperado já estava todo xerocado. As provas ainda estavam bem longe no calendário, sem necessidade de correria. Além disso, a professora estava zen, bem calminha, com a disposição típica de quem está começando o ano na boa. Todo mundo ficou feliz.


Vou apaixonar por novembro

Temos alguns planos de viagem um pouco mais complicados: queremos ficar 3-4 meses fora do Brasil durante o sabático do Renato em 2018. Desde o ano passado estou pensando a melhor maneira para fazer isso sem prejudicar o estudo das crianças.  Uma opção até agora é viajar no final de outubro.

Mágica? Loucura? Vão perder o ano? De forma alguma! A conta é simples e o esquema é conhecido, ainda que puxado: fechar as notas no terceiro bimestre.

Estamos em conversa com a escola sobre a possibilidade das notas das provas perdidas em novembro serem substituídas por trabalhos com menor peso. Já tive também um encontro com a secretária acadêmica que me explicou sobre as faltas. Aqui é permitido um máximo de 25% de faltas nos 200 dias letivos, ou seja, 50 dias de ausência.


Ajuda oriental

Há quase dois anos tenho um parceiro estratégico de viagens chamado Kumon. Não procurei o método com isso na cabeça, mas pela dificuldade com a matemática que meus filhos poderiam ter no futuro.

Pensei no amanhã, mas ele se revelou útil agora. Como o Kumon fornece um conteúdo adicional da disciplina, ele faz com que o aluno eleve o domínio da disciplina e as notas “naturalmente”. (quero viajar no final de outubro, lembra?!) Apesar da proposta não ser um reforço escolar, ele acaba funcionando como um. O correto seria dizer que o Kumon é um Curso de Matemática.

Se o sabático confirmar, estou pensando em matricular as crianças no Kumon de Português também. Com isso, teremos um apoio adicional para fechar bem as notas no terceiro bimestre. Ficou com dó das crianças? Eu fico! Mas tudo será esquecido quando eles tiverem 3 meses inteirinhos de férias com a família, concorda?


Eu acredito em meritocracia

Sendo simples e direta: viagem durante as aulas não é para aluno molenga. Nem mesmo se for para aproveitar passagens internacionais por 99 dólares.

Acredito que viagens de férias no decurso do ano letivo são prêmios de diversão para quem faz a obrigação.  Minha opinião, como mãe e professora, é que qualquer tipo de “recompensa” para maus alunos é um erro terrível. Creio que a ideia também não conta com a simpatia de nenhuma escola.

Não tem com quem deixar seus filhos para viajar em casal? Não vá. Faça a lição de casa ao trabalhar com seu filho para que ele entenda bem a questão de prioridades, responsabilidades, direitos e deveres.


A importância da parceria

Assim como o aluno deve fazer por merecer essas viagens, a família também tem sua parte a contribuir. Se o pai e a mãe são presentes na educação dos filhos, participam ativamente de reuniões e estão sempre em contato com a coordenação para acertar os planos, a tolerância da escola para as ausências é outra.

Minha visão como professora é a seguinte: eu não gostaria de ter que lidar com pais que se ausentam para viajar durante o período letivo e na volta entendem que a escola é a única responsável por recuperar o que foi perdido pelo aluno. Pais que agem assim dificilmente contarão com o apoio da coordenação. Acredito que a responsabilidade dessa recuperação é 50% da escola e 50% da família.


E você?

O que pensa sobre isso? Já teve uma experiência positiva no mês de novembro? Seus filhos já viajaram com as notas fechadas no terceiro bimestre? Já fez um sabático? Como foi? Quero ouvir a sua opinião. =)

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Esse post faz parte de uma Blogagem Coletiva sobre o tema #ViagensEescola. Para ler o que pensam outros papais e mamães sobre o assunto, clique nos links abaixo ou procure pela hashtag nas redes sociais:
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Patrícia do Viajar hei
Carol do Vamos Por Aí 
Patrícia do Viajo com filhos
Simone do Família Viagem
Guaciara do Passeiorama
Tatiana do TripBaby
Regeane do Dicas da Rege
Liliane do Trilhas e Cantos
Luciana do O Rei do Hotel 
Ana & André do Ases a Bordo
Ana Paula do Ferinhas Viajantes
Daniela do Vem pro Parque
Luciano & Andreia do Malas e Panelas
Carlos & Isabel do Para a Disney e além 
Angélica do Descansa na Volta

41 comments

  1. Oi Adriana!!

    As viagens com a pequena em período letivo começaram no Jardim I, qdo ela tinha 4 anos. Passamos 30 dias fora, no retorno ela tinha algumas atividades para fazer (pq foi em um mês cheio de recessos por aqui) e mais nada.

    Nos anos seguintes fizemos viagens mais curtas e final do ano (por milagre, marido conseguiu férias em dezembro). Ano passado, já no 4 ano, ela ficou fora da escola 22 dias! Na volta teve apenas 4 dias pra estudar para as provas da 4 avaliação.

    [Pausa]

    Ela já havia fechado as notas na 3 avaliação, aliás, esse é nosso acordo para que possamos viajar nesses períodos, que ela se dedique totalmente aos estudos durante o ano.

    [Despausa]

    O resultado de 22 dias curtindo a magia Disney foram as melhores notas dela do ano inteiro! rsrsrs….acho que ela estava realmente motivada a estudar, já pensando no roteiro de 2016! kkkkkkk

    E assim iremos fazer, eu não me prendo muito a dever de casa atrasado não, foco no aprendizado do conteúdo que ela perdeu. SE der, faz o dever de casa, se não fica por isso mesmo (até pq costumamos viajar perto das provas finais), ai já não acho necessário (e o colégio me tranquiliza qto a isso) que ela faça o dever, e sim estude pra prova!

    Enquanto ela for uma boa aluna, dedicando-se, estudando, iremos fazer malabarismo para viajar em período letivo.

    • Adriana Pasello

      oi Trícia,
      Malabarismo é um bom nome para isso! =)
      No colégio onde meus filhos estudam as tarefas e atividades contam pontos para a nota final.
      Vc tem razão, enquanto eles dão conta, a gente leva na boa.
      bjo e obrigada pela sua visita aqui no blog.

  2. Oi,adorei o seu post, ainda mais vindo de uma professora. Realmente viajar não é para alunos molengas.

    Respondendo a sua pergunta:

    Já viajamos em outubro e novembro. E como eu disse no meu post, tirar excelentes notas facilitou muito nossa viagem, porque meu filho já estava passado por média. Bjs

    • Adriana Pasello

      kkkkk
      Pois é, Solange, oferecer lazer para quem não cumpre o dever não tem muito sentido, não é mesmo?
      Então, parece mesmo que se o sabático do Renato sair nossa opção será o último bimestre do ano.
      Bjo, obrigada pela visita.

  3. Com certeza se ausentar da escola tendo uma viagem como motivo não é pra toda criança, por isso sempre digo, nossos filhos nunca deram trabalho nesse sentido, recuperam muito bem as aulas e atividades sem reclamar porque antes de fecharmos qualquer roteiro no período escolar, conversamos em família e fazemos nossas escolhas, inclusive eles com relação ao aumento as obrigações escolares na volta.

    Depois de ficarmos fora 28 dias nos meses de abril e maio quando eles estavam no 4º e 7º anos, o mais velho nos pediu para fazermos viagens menos longas e depois disso acatamos o pedido dele e ficamos no máximo 12 dias fora.

    Mas o mais importante de todo esse contexto acho que é a relação entre a família e a escola. Estando sintonizadas as coisas fluem com tranquilidade e ninguém sai perdendo.

    • Adriana Pasello

      oi Cynara,
      Super acredito na importância da relação família & escola, não somente quando se trata do assunto viagem. E também na questão de respeitar os limites e vontades dos filhos como alunos.
      Super bjo, obrigada pela visita.

  4. Debora Seg

    Nossa Dri, seu post está demais de bom!! E quantas coisas boas aqui, quantas dicas importantes. Acho que cada um tem que se adaptar da melhor forma e levar em conta o aprendizado dos dois lados. Temos deixado para ficar fora sempre no final do ano, assim, com as notas garantidas, até dá para dar uma relaxada…… Um bj

    • Adriana Pasello

      Concordo Débora! Cada família tem que se adaptar da melhor forma dependendo do perfil dos filhos.
      Aqui em casa, com papai e mamãe professores, o bicho dá uma pegada…rs

  5. Andrea

    Oi, Adri, muito bom seu post. Organização é tudo, mas faltar aula para viajar por aqui é algo quase impensável – até porque as notas não andam lá essas coisas. Limitamos em no máximo dois dias de faltas.

    • Adriana Pasello

      oi Andrea
      2 ou 3 dias também é o que estamos praticando aqui. Já pensou na alternativa do Kumon?
      Ah, sim, e sem organização não embarcamos com crianças durante o ano.
      Bjo e obrigada pela visita!

  6. A-do-rei esse sabático! Também falei isso no meu post, mas estou pensando em um ano inteirinho heheheh
    #exagerada

    • Adriana Pasello

      Bom querida colega blogueira, se é para ser #exagerada, meu sonho, de verdade, é um sabático com volta ao mundo.
      Sonhar ainda não custa nada. hahaha

  7. Adriana, meu filho está com 7 anos e ele sempre viaja conosco. Mas, quando chegamos de viagem ele tem que fazer todas as atividades. Até hoje não deixei que ele faltasse mais do que uma semana inteira de aula. Costumo viajar nos feriados prolongados, e assim ele não tem que faltar muitos dias. Acho que as viagens são muito importantes pois é um período em que as crianças estão junto com a família e aprendem muito com isso. Adorei seu post.

    • Adriana Pasello

      Ana, assim como vc, uma das coisas que eu mais curto das viagens em família é o tempo de qualidade juntos. Obrigada pela visita. Logo te retribuo. bjo

  8. Adorei seu relato e suas justificativas. Cada aluno é um, então não há regra, e o mais importante é esse acompanhamento de perto que vc faz… Qto ao Kumon sou fã número um do método, meus filhos já fazem há quase 3 anos e são mestres em matemática!!! show!

    • Adriana Pasello

      Que bacana Daniela, mais uma mãe com uma experiência positiva no Kumon. Olha, no que depender de mim, eles farão o curso completo de matemática no Kumon. Ainda mais com nossos sonhos de viagem no horizonte. bjo e obrigada pela sua visita.

  9. Bárbara

    A grande questão é o malabarismo mesmo, mas gostei muito das suas sugestões para “resolver” esse problema. Querendo muito um ano sabático também rsrsrs. bjs

    • Adriana Pasello

      Oi Bárbara
      A palavra sabático soa como música para meus ouvidos viajantes. hahaha
      Obrigada pela visita!

  10. Pelo jeito nossos filhos são bem parecidinhos, pensam igual!

    Na escola dos meus, não existe a possibilidade de passar no 3º bimestre, começa pelo fato de que são 3 TRIMESTRES, e se você zerar no último, fica pra final. Coisa complicada, na verdade existe um pensamento de manter o ritmo e o pique o ano todo. Enfim… por aqui a flexibilidade está bem restrita… mas entre mortos e feridos, estamos dando conta!!!!

    No meu post também escrevi um pouco sobre a questão dos professores, que acho importante!

    beijos

    Pati

    • Adriana Pasello

      Puxa Pati, trimestres? Que pesadelo. rs

  11. Tatiana

    Como ler os seus artigos nos faz bem. Acho que você foi muito sensata e realista. Planejamento é a palavra chave, e organização faz toda a diferença. Adorei a parte da meritocracia (também sou dessas…).Beijos

    • Adriana Pasello

      Obrigada Tatiana! =)
      Pois é, aqui começando a negociação para o sabático com 2 anos de antecedência.
      Ahhh, meritocracia, com o não apaixonar por ela?
      Bjs

  12. Fran Agnoletto

    Adri, já te disse que estava morrendo de saudades dos teus textos?
    Amei sua reflexão sobre o assunto.
    E como mãe inexperiente confesso que tinha esquecido que tudo pode piorar com a chegada das provas. Ai Meu Deus kkkkkkk
    Aqui também estamos com um plano audaciosos para o ano que vem. Pensando em “engolir”o mês de novembro do calendário. Será que conseguimos?

    Beijão!!!

    • Adriana Pasello

      Ah, Fran, sua linda. Pois é, as fases vão avançando e as coisas mudam muito. De verdade, sempre imaginei minha filha mais velha “comprando a ideia” de viajar e pagando qualquer preço no retorno.
      Sério, quer engolir novembro também? Vamos trocando figurinhas! Bjo com saudades. =)

  13. Adriana, amei seu post. Aqui o Dudu também não quer perder muita aula, então a gente tem que “rebolar”. A escola dele costuma entrar de férias lá pelo dia 20 de novembro (este ano será dia 18 o último dia), pois eles não enforcam feriados. Excelente época pra viajar, então ele já sabe que tem que passar direto sempre… Meritocracia! 😉

    • Adriana Pasello

      Nossa Renata, que ma-ra-vi-lha. Escola entrando de férias antes do final de novembro é tudo de bom. Dá para escapar todo ano das passagens caras de final do ano. Ahhh, meritocracia! Já disse aqui que soa como música para meus ouvidos. hahahah bjo e obrigada pela visita.

  14. Adri,
    Meu filhos ficam num dilema terrível: adoram viajar e matar alguns dias de aula, mas sofrem na volta, com matérias, provas e etc..
    Estou torcendo para o seu sabático dar certo!! Meu sonho de consumo!!
    bjs

    • Adriana Pasello

      oi Débora, o que eu queria meeeeesmo de sabático era um ano inteirinho pelo mundo afora. Já que é para sonhar e não custa nada… hahaha Bjo

  15. Guaciara

    De todos que li até agora, seu post é o mais sincero e polêmico. Também senti o balde de água fria daqui da sua pequena a respeito da quantidade de lições, rs. Mas olha, eu amo viajar e acho que aprendemos muito viajando! Bom saber que gosta do Kumon e espero que o sabático saia. Bjs!

    • Adriana Pasello

      Obrigada pela visita Guaciara. O assunto é mesmo complicado, não é? Cada família é diferente da outra e as crianças reagem de forma única. bjo

  16. Excelente post Adriana! Concordo plenamente com vc, acho que a criança também tem que se dedicar e estar de acordo com o projeto da viagem! Minha filha por enquanto está indo bem e este ano conseguimos fazer 2 viagens em período escolar sem grandes prejuízos (ela está no 1ºano), vamos ver como vão ser os próximos anos. A escola também não a sobrecarregou na volta então não foi tão complicado. Pra nós o maior problema vai ser o que fazer com ela de férias e nós trabalhando em dezembro e janeiro (risos).
    Abraços

    • Adriana Pasello

      Verdade Kelly. Mesma coisa aqui. Não temos uma estrutura para cuidar deles em dezembro e janeiro se estamos trabalhando. Obrigada pela visita! bjo

  17. Adriana, concordo com você. Viagens são prêmios para quem se esforça e tira nota boa. Aluno que já tem dificuldades, faltando aulas, vai só se prejudicar.
    Abraços!
    Patricia Tayão.
    http://www.viajarhei.com
    @viajarhei

    • Adriana Pasello

      Não é, Patrícia? Nenhum benefício de viajar vai compensar o prejuízo como aluno. Cada família tem que pensar muito muito bem. bjo e obrigada pela sua visita!

  18. Oi, Adriana! Achei bem interessante seu planejamento, mas que susto deve ter sido pelo retorno negativo de viajar, e acumular um monte de tarefas! Entendo perfeitamente! Mas a questão da meritocracia é que deve falar mais alto. Parabéns! Abraços, Carlos.

    • Adriana Pasello

      Pois é Carlos, aqui em casa, defendemos a meritocracia com unhas e dentes! rs Obrigada pela visita. bjo

  19. Oi Adriana, voltamos de viagem e meu filho também reclamou de fazer as tarefas atrasadas, e olha que só tem 5 anos! Vai ser cada dia mais difícil, por isso tô aproveitando! Adorei a dica do Kumon, vou guardar para o futuro! Bjs e adorei seu post! Angelica @descansanavolta

    • Adriana Pasello

      Ai Angélica, como foi traumático! Eu acreditava, de verdade, que ela havia comprado a ideia de recuperar tudo depois. Ah, sim, o Kumon tem nos ajudado muito. bjo e obrigada pela visita.

  20. Adriana, posso ouvir claramente a frase “…vou ter que fazer tuuudo isso.” Também gostei do respeitar os filhos e fazer viagens aos finais de semana e feriados prolongados para amenizar as faltas, sem contar da ideia do ano sabático. Por isso, levo sempre o conteúdo a ser estudado nas viagens, e vou seguir a risca viajar somente aos finais de semana e feriados prolongados e também vou querer um ano sabático todinho aqui pra minha família! Adorei ler seu post! Abraços!

    • Adriana Pasello

      kkkkk Ana Paula. Como não morrer de amores por algo chamado “sabático”?! Obrigada pela visita e não foi fácil ouvir as reclamações da fofutcha. Enfim, família é isso, somos diferentes e precisamos respeitar os limites dos outros. bjo e obrigada pela visita!

  21. Vem que te Conto!

    Perfeito texto!
    Muito bem explicado.
    Aqui ainda estamos na fase da reclamação pela quantidade de atividades a serem recuperadas por 2 dias de faltas. Mas já decidimos conversar com a coordenação para traçarmos alguma estratégia a de reforço juntamente com a escola. Se não for possível dessa forma, evitaremos o máximo as faltas.

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